quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Perfil do escravo brasileiro.

No século XV, os Portugueses passaram a escravisar os negros, vindos da África para todas as colônias. Eram transportados nas embarcações, que duravam meses,no porão de um navio sem estrutura para tanta gente, para os tráficantes, a segurança era o de menos, o que importava mesmo era chegar em suas paradas destinadas onde os lucros enriquecia a burguesia. No livro de História do ensino médio retrata "Os navios negreiros, transportavam os escravos no porão quente como um inferno, amontoados uns sobre os outros, a fome, calor, aperto, doenças" dificultava mais a embarcação,sendo eles controlados e chicoteados em casos de reação.













Os negros que conseguia chegar no Brasil , era vendido como uma mercadoria de valor, existia leilão na praça, com varios senhores de engenhos, onde vendia e decidia para onde os escravos iam. Depois de comprados eles eram levados para senzala, que era conhecida como "casa dos pretos" uma casa simples de madeira e barro onde passavam as noites, apesar de passar a maior parte do tempo trabalhando, dormiam em palhas ou em chão duro, as vezes acorrentados para evitar fugas, na frente da senzala existia os pelourinho (trocos) onde os escravos desobedientes eram torturados e expostos como criminosos, que servia como de exemplo para os outros negros em casos de fugas e desobediências.













Com a chegada dos negros no Brasil trouxeram da África, cultura, desenvolvimentos nas lavouras, canaviais, nas minas de pedras preciosas, artes

anatos...Na obra Casa Grande e Senzala cujo autor é Gilberto Freyre analisa:"que os negros vinha da cultura superior, o Brasil não se limitou de acolher a África "a lama de gente preta" que fundou os canaviais e cafezais, que amaciou a terra seca, com a vinda dos africanos para o Brasil trouxe um caráter especial de tecnológias e avanços na agropécuaria com criações de gados com a ultilização de suas peles no vestuário, juntamente o avanço da cultura superior a arte em destaque as pinturas, as escultura em madeiras. O trabalho feito em ferro e madeira também era muito valorizado entre outros: a econômia agricola, além da caça e da pesca, com o artezanato de balaios a cultura negra no seus altos e baixos trouxe uma evoluçao que contagiou e enriqueceu os brasileiros".












No seculo XVI os escravos começaram a se reagir, diante de tantas torturas e do trabalho não valorizado pela sociedade e começam a fugir em busca da liberdade " ser livre " era seu sonho, uma conquista dificil de se adiquirir, arriscado e perigoso pois nao podiam deixar rastos nos caminhos que trilhavam pois se fossem pegos iam para o tronco, um local usado como castigo, mais nem isso tirava o sonho de se liberta da escravidão, saiam sem rumo e sem direção. Sem amparo, após terem saido do comando dos seus senhores, eles ficavam perdidos por que já hávia se acostumado a viver no controle da sua senhoria.

Nas fugas criaram os quilombos que era um local de refúgio para os escravos no Brasil, os quilombos eram localizados em locais de difícil acesso, entre matas e selvas, que se trasformavam em aldeias, eles formavam agrupamentos de ex–escravos, fugidos de seus senhores.Na obra Sobrados e Mucambos de Gilberto Freyre no capitulo V ele afirma que " sobrados e mucambos tem o declinio da escravidão,que foi os movimento da diminuição das senzalas, enquanto ingressava as aldeias de mucambos e de palhoças, perto dos sobrados e das chácaras.Engressavam, espalhando-se pelas zonas mais desprezadas das cidades".


Em 1808 os ingleses já não tráficavam mais escravos, com isso pressionavam o governo brasilerio para o fim da escravidão. Deixando claro que os ingleses queriam derrubar a economia brasileira, trazendo beneficios para as colônias britanias.Em 1845 os ingleses começaram a atacar os navios negreiros esse movimento foi o Bill Aberdeen,para acabar de vez.

Assim em 1850 o parlamento aprovou a Lei Eusébio de Queirós, essa lei próibia os navios tráficantes de escravos da África para o Brasil, mais a lei não era cumprida no Brasil o tráfico continuava, essa era apenas uma farça para os ingleses acreditar que o o tráfico tinha realmente acabado. Os proprietrários escravista sem os escravos não tinha quem trabalhar na fazenda,então se escondia por trás da lei. Em 1871 o governo aprovou a Lei do Ventre Livre, escravos que tivesse filhos apartir daquela data só era considerado escravo até 21 anos. Em 1885 Lei dos Sexagenários que libertária os escravos que tinha acima de 65 anos, mais sabendo que os escravos não passava dos 40 anos. " este estudo foi baseado no livro de História do ensino médio no capitulo 38" .O Brasil foi o último país do continente à abolir a escradidão.

A Lei Áurea assinada pela princesa Isabel, em 13 de maio de 1888 essa foi a lei que atingiu o Brasil para o fim da escravião, dando as cartas de alforias. O governo não se preocupou em ajudar os ex.escravos. Simplismente deixaram de ser escravos e passaram a ser trabalhadores muito pobres,criando assim uma comunidade muito simples que hoje seria as favelas,se o governo tivesse preocupado com eles e tivesse dado uma base para eles,dando casa,emprego,talvez nao existiria tanta desigualdade social nos dias atuais nos comprova assim a fala de críticos do projeto da abolição : " A Lei Áurea deu liberdade aos negros e mulatos mas não lhes garantiu alguns direitos fundamentais, como acesso à terra e à moradia, que os permitissem exercer uma cidadania de fato ".

Hoje no século XXI o preconceito racial continua de maneira discreta e branda e existe ainda em várias regiões do Brasil. Desde 1500 o Brasil nunca se viu livre da discriminação dos negros,muitas vezes na hora de emprega-los,no tratamento desigual entre outros. O negro passou a ser assalariado, mas não socialmente como os brancos, por que os negros são vistos como uma raça inferior aos brancos. Na pesquisa dafolhas comprovou que :"Por causa das razões históricas, os negros continuam sendo um dos setores mais pobres e sofridos da sociedade brasileira. Deles foi tirada a liberdade, dificultada a conservação de sua cultura e memória e, até hoje, não foi restituída efetivamente a condição da plena cidadania".

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